
A resposta da rede Record a matéria que foi veiculada no Jornal Nacional no dia 11 de agosto de 2009, veio cheia de acusações a rede Globo, emissora de Roberto Marinho. Essa briga saiu dos bastidores e invadiu a casa do telespectador, e graças ao recesso escolar por causa da gripe suína, eu pude presenciar esse momento histórico da TV, histórico e ridículo.
Os dois principais jornais diários das duas emissoras trocaram “farpas”, que fizeram com que este que vos escreve fosse motivado a twittar e chamar a atenção de amigos comunicólogos ao msn, a ocasião pedia isso.
Enquanto na rede globo, o jornal nacional apresentava matérias com a opinião de alguns políticos que são contra usar a religião e o dinheiro levantado por ela, em beneficio próprio, motivo pelo qual Edir Macedo, Presidente da rede Record, está sendo acusado, o jornal da Record exibia matérias que acusava a rede globo de sensacionalista alem de opiniões de políticos que defendiam o crescimento da Record por se tratar de uma quebra de monopólio.
A “guerra fria” entre globo e record vem crescendo com o passar dos anos. O Domingo Espetacular obrigou o todo poderoso Fantástico reformular-se. Outro exemplo claro dessa briga entre as emissoras foi a compra dos direitos exclusivos das próximas olimpíadas pela emissora do bispo. Será que a globo perde também os direitos da copa do mundo?
Essa guerra toda, na modesta opinião de um quase publicitário, é uma falta de respeito com o telespectador que fica no meio do fogo cruzado e assiste a essa briga que deveria ter ficado nos bastidores. E o mais engraçado foram as ultimas palavras do âncora do jornal da Record: “A rede Record não está em guerra com nenhuma emissora”. Tá certo, falta o que então? Armas e carros de combate?
É isso.
Budal
















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